quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
IBE - Índice de Bem-Estar Unimed Porto Alegre
Ele faz parte do projeto de pesquisa, cálculo e divulgação do índice da cidade de Porto Alegre.
Em 2009, o índice calculado para Porto Alegre foi 0,67. Como comparação, nos países mais desenvolvidos o índice chega a quase 0,80.
Acesse: http://projetobemestar.unimedpoa.saude.ws/cliente/tag/ibe/
Prêmio Top Responsabilidade Social - ADVB-RS
Os ganhadores deste ano foram:
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Brasil e Suécia lideram o processo de construção da ISO 26000
A ISO 26000 vem sendo desenvolvida pela International Organization for Standartization (ISO) - organização líder mundial em desenvolvimento de padrões e normas técnicas – através de um grupo de trabalho de Responsabilidade Social (WG), liderado pelo Brasil e pela Suécia.
Objetiva harmonizar as orientações de responsabilidade social já existentes, acordadas internacionalmente, estabelecendo uma melhor prática para responsabilidade social consistente com declarações relevantes e convenções das Nações Unidas, especialmente a declaração universal dos direitos humanos e as convenções da Organização Internacional do Trabalho (OIT). A diretriz normativa busca abranger conceitos aplicáveis a todos os tipos e portes de organizações, tanto em países desenvolvidos quanto em países em desenvolvimento.Os princípios de responsabilidade social estabelecidos na norma são: accountability (que significa a idéia de prestação de contas à sociedade), transparência, comportamento ético, respeito e consideração aos interesses dos stakeholders, cumprimento das leis e normas internacionais e universalidade dos direitos humanos.
Matéria Completa em: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/desenvolvimento/iso-26000-norma-responsabilidade-social-502686.shtml
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Telecurso TEC - RSC nas Pequenas Empresas
Tele-aula sobre a RSC nas pequenas empresas.
Fonte: G1 - http://video.globo.com/Videos/Player/0,,GIM1248161-7759-GESTAO+DE+PEQUENAS+EMPRESAS+MODULO+A+RESPONSABILIDADE+SOCIAL+NA+PEQUENA+EMPRESA,00.html
sexta-feira, 19 de novembro de 2010

terça-feira, 16 de novembro de 2010
Responsabilidade Social e Governança Corporativa
A resposta é simples. Com o objetivo de fiscalizar e controlar os interesses dos acionistas e dos gestores de uma empresa, a fim de evitar oportunismo administrativo e melhorar o desempenho da mesma, a Governança Corporativa tornou-se nos últimos tempos pré-requisito fundamental diante do mercado, assim como a responsabilidade social.
Mas mais que isso, valores como transparência, ética e eqüidade, que dão base ao conceito, são os mesmos considerados essenciais numa ação de responsabilidade social.
Em outras palavras, especialistas alegam que a governança corporativa é parte fundamental da engrenagem de uma organização no que diz respeito à importância estratégica que ela tem dentro de uma empresa e que a responsabilidade social está indo cada vez mais pelo mesmo caminho.
Portanto, "boas práticas de governança corporativa aumentam os valores da empresa diante dos investidores e do mercado. E o mesmo acontece com a responsabilidade social", afirmou o superintendente geral da Bovespa, Gilberto Mifano, durante a palestra "Responsabilidade social empresarial e governança corporativa", no último dia do Ethos 2004.
Mifano disse ainda que os investidores estão dispostos a pagar mais por empresas que tenham boas práticas nesses dois sentidos. A justificativa é que juntas, além de melhorar a imagem da organização, também dão sustentabilidade ao negócio.
Disponível em http://aprendiz.uol.com.br/content/lumokocrib.mmp
A Escolha das Melhores
Em sua 11ª edição, o Guia EXAME de Sustentabilidade revela que o fracasso das negociações sobre o clima em âmbito global não abalou o compromisso das empresas.
Em meados de dezembro do ano passado, centenas de executivos de empresas do mundo todo foram a Copenhague, na Dinamarca. O objetivo era observar de perto o desenrolar da muito esperada reunião do clima da ONU, a Cop-15, que deveria definir um sucessor para o Protocolo de Kyoto, tratado assinado em 1997 que determinou pela primeira vez limites para as emissões de gases causadores do efeito estuda dos países ricos. A maioria dos representantes de empresas, entre eles dezenas de brasileiros, voltou de lá frustrada. Esperava-se que os mais de 10 países presentes saíssem da reunião com o compromisso de cumprir metas e levar à frente ações para combater o aquecimento global, ainda que essas obrigações variassem com o grau de cada nação. Isso, porém, não ocorreu. O fracasso do encontro levou alguns especialistas a afirmar que as empresas jogariam por terra seus esforços em nome da sustentabilidade. De lá para cá, passaram-se 11 anos, e o que esta 11ª do Guia EXAME de Sustentabilidade revela é que a profecia não se concretizou.
É fato que as empresas brasileiras estão menos atentas às negociações climáticas em âmbito global. Prova disso é que não há notícia de que muitas delas planejem ir à reunião do clima da ONU deste ano, no final de novembro, em Cancun, no Mexico. Não há também, pelo menos até agora, nenhum movimento empresarial em curso para pressionar o governo federal a se posicionar dessa ou daquela maneira sobre a questão climática (às vésperas da Cop-15, houve quase uma dezena deles). Mas isso não significa que as questões ambientais e sociais tenham voltado a ser tratadas como marginais – pelo contrário. O que as páginas deste anuário mostram é que há, dentro do universo corporativo do país, um grupo de companhias firmes na convicção de que a perenidade dos negócios passa pela incorporação do tema da sustentabilidade à sua estratégia.
Pelo quarto ano consecutivo, a escolha das empresas eleitas como modelo no Guia EXAME de Sustentabilidade teve como base uma metodologia elaborada pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces), da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, a mesma entidade responsável pelo Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), da Bovespa, que reúne empresas responsáveis listadas na bolsa. Participaram do levantamento 200 companhias de grande e médio porte de todo o país. Nesta edição, a Empresa Sustentável do Ano é a Alcoa. O que justifica a escolha da companhia, que pertence a um setor conhecido pelos grandes impactos ambientais e sociais que provoca onde quer que se instale, é justamente a maneira côo ela tem tentado mudar esse padrão. A Alcoa está no Brasil desde 1965, mas foi em meados do ano passado, depois de quase cinco anos de preparação, que ela deu início à sua empreitada mais ambiciosa e arriscada no país: a operação de uma mina e de uma unidade de beneficiamento de bauxita em plena floresta Amazônica, mais precisamente em Juriti, município no oeste do Pará.
A análise para escolha das empresas teve quatro etapas. Na primeira, as participantes preencheram um questionário dividido em quatro partes. A primeira parte aborda questões sobre compromisso, transparência e governança corporativa. As demais tratam das dimensões econômico-financeiras, social e ambiental. As respostas foram analisadas estatisticamente, de modo a excluir as empresas com os piores desempenhos em qualquer das dimensões do questionário.
Com base nessa análise, um grupo de 35 empresas foi selecionado e submetido à decisão dos seis membros do conselho deliberativo do guia, que elegeram as 20 empresas-modelo. Finalmente, a Empresa Sustentável do Ano foi escolhida por um julgamento editorial e jornalístico da própria EXAME.
No blog serão postadas as 20 empresas-modelo. Aguardem as próximas postagens!
NATURA EKOS
Desde final da década de 90, a Natura tem procurado colocar a Responsabilidade Social Empresarial no centro de sua estratégia e de sua gestão, com base em dois pilares:
- Relacionamento ético e transparente com o diversos públicos;
- Definição de metas compatíveis com o desenvolvimento sustentável.
Abaixo segue o link contendo um artigo referente à cooperação existente entre a empresa Natura e as comunidades fornecedoras de matéria-prima para a produção de cosméticos:
http://www.naturaekos.com.br/responsabilidade-socioambiental/o-elo-com-as-comunidades/
domingo, 7 de novembro de 2010
terça-feira, 5 de outubro de 2010
Estudo sobre RSC nos Clubes de Futebol Brasileiros, Espanhóis e Portugueses
O estudo compara os clubes brasileiros, espanhóis e portugueses e conclui que, somente, o Barcelona se equipara em ações sociais com o INTERNACIONAL.
Link:
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Credibilidade das ações de RSC

Os principais conteúdos sobre RSC veiculados na mídia são:

quarta-feira, 29 de setembro de 2010
"Os 10 Mandamentos da Responsabilidade Social"
domingo, 26 de setembro de 2010
Metas ONU 2015
http://www.artsete.com.br/responsabilidade.htm

Simples assim...
"Nosso maior desafio neste século é pegar uma idéia que parece abstrata – desenvolvimento sustentável – e torná-la uma realidade para todas as pessoas do mundo."
Kofi Annan, Secretário Geral das Nações Unidas 1997-2006
Sustentabilidade: da teoria à prática

© WWF-Brasil
http://www.wwf.org.br/empresas_meio_ambiente/porque_participar/sustentabilidade/
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Ranking das Melhores Empresas
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
INTER, o Campeão do Social
INTER SOCIAL: Projeto Interagir
A Responsabilidade Social Corporativa também pode ser observada no âmbito esportivo. O maior exemplo disso no Brasil é o "Projeto Interagir" do Sport Club Internacional.
Histórico:
O Interagir deu inicio as suas atividades em 03 de setembro de 2007, pela visão social do presidente Vitorio Piffero e pelo apoio de sua esposa que já possuía experiência prévia em trabalhos voluntários no terceiro setor. Os primeiros programas aconteceram no Parque Gigante com 60 crianças de 6 a 12 anos e 30 adolescentes de 13 a 16 anos, totalizando 5000 horas de atendimento em 2007.
O que faz?
Desenvolve ações sócio-educativas que estimulem o exercício da cidadania, promovendo o “Ser Humano” com vistas a melhorias em sua qualidade de vida.
Missão:
Propiciar atividades que visam uma melhoria nas condições de origem dos indivíduos, tendo como base os quatro pilares de educação definidos pela UNESCO: Aprender a Ser, Aprender a Conviver, Aprender a Conhecer e Aprender a Fazer.
Objetivo Geral:
O Projeto INTERAGIR é uma ação social do Sport Club Internacional que visa criar ações integradas, oportunizando experiências enriquecedoras e significativas aos membros de comunidades vulneráveis, que os possibilitem estabelecer mudanças impactantes na qualidade de vida e no exercício da cidadania.
Metas:
Atender por ano de 800 a 1000 pessoas em vulnerabilidade socioeconômica em programas e ações diversificadas.
Fonte: http://internacional.com.br/pagina.php?modulo=13&setor=121&secao=142
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Um pouco de humor... como ecomaquiar sua embalagem
Conheça a página do cartunista: http://www.flickr.com/photos/lunchbreath/
A charge é dica do site Earth First.
O Instituto Ethos
Criado em 1998 por um grupo de empresários e executivos oriundos da iniciativa privada, o Instituto Ethos é um polo de organização de conhecimento, troca de experiências e desenvolvimento de ferramentas para auxiliar as empresas a analisar suas práticas de gestão e aprofundar seu compromisso com a responsabilidade social e o desenvolvimento sustentável. É também uma referência internacional nesses assuntos, desenvolvendo projetos em parceria com diversas entidades no mundo todo.
A sede do Instituto Ethos se localiza na Rua Dr. Fernandes Coelho, 85, 10º. andar, em Pinheiros, São Paulo (SP) - CEP 05423-040.
www.ethos.org.br
Missão: mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas a gerir seus negócios de forma socialmente responsável, tornando-as parceiras na construção de uma sociedade sustentável e justa
Responsabilidade Social Corporativa e Comportamento Organizacional : Um Paralelo de Evolução
É um documento científico, subproduto de tese de Doutorado, do Programa Pós-Graduação em Gestão, Qualidade e Desenvolvimento Sustentável e procura evidenciar as correlações teóricas entre os conceitos de comportamento organizacional e a evolução histórica do conceito de responsabilidade social corporativa.
Os autores são: José Francisco Ramos Zanca (UFF), Fernando Oliveira de Araujo (PUC-RJ), Osvaldo Luiz Gonçalves Quelhas (UFF) e Helder Gomes Costa (UFF)
http://www.excelenciaemgestao.org/Portals/2/documents/cneg4/anais/T7_0060_0450.pdf
sábado, 4 de setembro de 2010
ISO 26000 - Responsabilidade Social
Conscientização - o primeiro passo
Serviço de Consultoria em Responsabilidade Social Empresarial do SESI.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Responsabilidade Social
A idéia de responsabilidade social incorporada aos negócios é, portanto, relativamente recente. Com o surgimento de novas demandas e pressão por transparência nos negócios, empresas se veem forçadas a adotar uma postura mais responsável em suas ações.
Infelizmente, muitos ainda confundem o conceito com filantropia, mas as razões por trás desse paradigma não interessam somente ao bem estar social, mas também envolvem melhor performance nos negócios, e, consequentemente, maior lucratividade. A busca pela responsabilidade social corporativa tem, grosso modo, as seguintes catracterísticas:
- É plural. Empresas não devem satisfação apenas aos seus acionistas. Muito pelo contrário. O mercado agora deve prestar contas aos funcionários, à mídia, ao governo, ao setor não-governamental e ambiental e, por fim, às comunidades com que opera. Empresas só tem a ganhar na inclusão de novos parceiros sociais em seus processos decisórios. Um diálogo mais participativo não apenas representa uma mudança de comportamento na empresa, mas também significa maior legitimidade social.
- É distributiva. A responsabilidade social nos negócios é um conceito que se aplica a toda cadeia produtiva. Não somente o produto final deve ser avaliado por fatores ambientais e sociais, mas o conceito é de interesse comum e, portanto, deve ser difundido ao longo de todo e qualquer processo produtivo. Assim como os consumidores, empresas também são responsáveis por seus fornecedores e devem fazer valer seus negócios de ética aos produtos e serviços usados no processo produtivo.
- É sustentável. Responsabilidade social anda "de mãos dadas" com o conceito de desenvolvimento sustentável. Uma atitude responsável em relação ao ambiente e à sociedade não só garante a escassez de recursos, mas também amplia o conceito de uma escala mais ampla. O desenvolvimento sustentável não só se refere ao ambiente, mas por via do fortalecimento de parcerias duráveis, promove a imagem da empresa como um todo e por fim leva ao crescimento orientado. Uma postura sustentável é por natureza preventiva e possibilita a prevenção de riscos futuros, como impactos ambientais e processos judiciais.
- É transparente. A globalização traz consigo demandas por transparência. Não mais nos bastam os livros contábeis. Empresas são gradualmente obrigadas a divulgar sua performance social e ambiental, os impactos de suas atividades e as medidas tomadas para a prevenção ou compensação de acidentes. Nesse sentido, empresas são levadas a publicar relatórios anuais, em que sua performance é aferida nas mais diferentes modalidades possíveis.
Fonte: http://www.responsabilidadesocial.com/, acesso em 01/09/2010, as 18:02 hs.